O Super Mundial de Clubes de 2025 está prestes a acontecer, e a FIFA enfrenta desafios cruciais em sua organização. A definição dos direitos de transmissão e dos valores a serem pagos aos clubes são questões que ainda precisam ser resolvidas. A FIFA busca garantir que os valores sejam justos enquanto busca maximizar o valor de mercado do torneio.
Uma das fontes de receita mais importantes são os direitos de transmissão. Após negociações, a FIFA fechou um contrato de US$ 1 bilhão com a plataforma de streaming DAZN. A distribuição das cotas entre os clubes é outra preocupação da organização, com a intenção de garantir compensações adequadas para todos os participantes.
No cenário brasileiro, clubes como Fluminense, Flamengo, Palmeiras e Botafogo se destacam por sua presença no torneio, trazendo interesse estratégico para a negociação dos direitos de transmissão na América do Sul. O patrocínio de marcas como Hisense, Inbev e Bank of America também é essencial para o sucesso financeiro do evento. A FIFA adotou uma abordagem de sustentabilidade financeira, direcionando toda a arrecadação do evento para os pagamentos aos clubes, exceto os custos operacionais.
O modelo de negócios do Super Mundial de Clubes 2025 é um exemplo inovador de como as entidades esportivas estão repensando suas estratégias financeiras. Ao equilibrar interesses econômicos e zelo fiscal, a FIFA busca garantir a viabilidade do evento e a justa remuneração dos clubes. Além disso, o torneio estabelece um precedente para futuros eventos esportivos, mostrando como a indústria do futebol está se adaptando às demandas globais com pragmatismo.